Especial de 80 Anos do Grupo Diário da Manhã | Pessoas

Uma vida profissional dedicada a pacientes e instituições

Uma vida profissional dedicada a pacientes e instituições
Foto: Arquivo Pessoal

Em Passo Fundo, Osvandré Lech iniciou sua trajetória médica no ano de 1987. No entanto, desde os tempos de estudante, dedica-se ao aprimoramento profissional e ao cuidado de seus pacientes. Ao longo de seis décadas acompanha a trajetória do Jornal Diário da Manhã

Natural de Passo Fundo, onde estudou no IE, EENAV, Faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo, Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), e IOT Hospital do Trauma, Osvandré Lech foi o primeiro médico residente do IOT no HSVP. Em busca de qualificação profissional constante, o médico aprendeu cirurgia da mão em Kentucky (EUA), e cirurgia do ombro na Universidade de Columbia, em Nova Iorque (EUA). “A carreira médica iniciou ainda durante a faculdade, quando compreendi a importância social da profissão e passei a auxiliar alguns dos meus ícones, como Sérgio Lângaro, Alberto Lago, Alfredo Vasconcellos e Carlos Madalosso. Hoje exerço as funções de chefe da Residência Médica de Ortopedia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), campo de prática no HSVP/IOT, chefe da Residência Médica de Ortopedia do IOT, e secretário do  International Board of Shoulder and Elbow Surgery (IBSES)”, conta Dr. Osvandré.

Em Passo Fundo, iniciou sua trajetória médica no ano de 1987, após finalizar residência e especializar-se em cirurgia da mão - em Kentucky (EUA), e cirurgia do ombro - na Universidade de Columbia, em Nova Iorque (EUA). “Mesmo com toda esta bagagem científica, nunca mais deixei de me atualizar”, destaca o médico. Sua atuação junto ao IOT Hospital do Trauma, teve início alguns anos antes, em 1979 como doutorando. “Foi lá que aprendi a ortopedia geral com José Saggin, Paulo Bertol, José Gouveia e João Pozzi, e tive a oportunidade de trabalhar e desenvolver o ensino e pesquisa desde então”, pontua. Dr. Osvandré recebeu ainda, em 1982, o Título de Especialista em Ortopedia, e em 1984, o Título de Especialista em cirurgia da mão.

Em 2011, Osvandré Lech foi o escolhido para presidir a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Mas o médico foi além. “Sou o terceiro gaúcho a presidir esta importante instituição em 2011 – o primeiro em 1944 e o segundo em 1956. Realizamos mudanças estruturais na instituição – gestão, finanças, comunicação online. Presidi também a Sociedade Brasil de Cirurgia da Mão (2001), a Regional Gaúcha da SBOT (2001). Na área da cirurgia do ombro, fundei as Sociedades Brasileira (1988) e Latino-Americana (1994)”, uma vida profissional dedicada a pacientes e instituições.

Medicina e Literatura
Além de médico, Osvandré Lech é escritor e tem participação em mais de 100 livros. “Respeito o humanismo tanto quanto o tecnicismo. O ser humano afastou-se do humanismo desde a Revolução Industrial e hoje paga um preço salgado por isso”, opina, destacando sua contribuição para a literatura médica. “Com orgulho, participo das Academias de Letras e de Medicina, onde este valores são resgatados e mantidos. Tenho participação em mais de 100 livros, como autor, co-autor, tradutor, prefaciador. Os assuntos variam entre medicina, cultura, resgate histórico”, conta. Sua mais recente participação em obras literárias, foi no livro não-médico, “Contos da Academia”, lançado em 2014.

“Amigo da casa”
Foi entre um café e outro, a partir de uma reunião e um papo entre amigos, que Dr. Osvandré criou laços de amizade com Túlio Fontoura, Diógenes Martins Pinto e o Jornal Diário da Manhã. “Nos anos 80 eu passava para tomar um café ou chimarrão na sede do Jornal, na esquina das Ruas Independência com Cel. Chicuta, em frente ao antigo IOT. Túlio Fontoura e Diógenes Martins Pinto, sempre queriam saber das novidades, e tinham muito para contar também. Lembro com saudades daqueles momentos agradáveis”, recorda o médico. “Me considero um 'amigo da casa' para todas as horas. Leio diariamente o Jornal, há décadas. Ele faz parte do meu café da manhã. Mesmo nesta era digital, manusear o papel, folhear as páginas, buscar as sessões que mais aprecio, têm apelo especial”, observa.

E como diz a música de Aldacir Marins e Macedo, “recordar é viver”, Dr. Osvandré rememora alguns momentos dessa parceria com o Jornal Diário da Manhã. “O grande apoio recebido durante o período que presidi a Academia de Letras. O Jornal publicou muitas matérias e imprimiu sem custos um encarte cultural ao longo de 2013. Foi muito importante para a Academia e para o mundo cultural local”, salienta, e opina. “Manter o cidadão informado é uma das rotas para a cidadania, quando isto é feito com isenção, profissionalismo, oportunidade para todas as partes, quem ganha é a democracia. A família Diário da Manhã deve se orgulhar da sua história e da impressionante vocação para promover o progresso da cidade e região. Tenho orgulho de acompanhar esta epopeia há quase 60 anos”, finaliza.

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