Diário da Manhã

Educação

Movimento nas livrarias para a compra de materiais escolares já começa a ser sentido em Carazinho

Autor: Isabella Westphalen
Movimento nas livrarias para a compra de materiais escolares já começa a ser sentido em Carazinho
Foto: Isabella Westphalen/ DM

Famílias pesquisam os melhores preços de material escolar

Com o início de um novo ano, vem também as compras do material escolar dos estudantes e os orçamentos nas livrarias, pensando de que forma pode-se economizar. De acordo com o gerente e proprietário das lojas Brink-Lância e ABC – Papelaria e Bazar, Gustavo Lehnen, a procura dos artigos escolares já começou e notou uma antecipação da parte dos clientes em adquirir os materiais, principalmente aqueles que saem de viagem e querem deixar tudo pronto para a volta às aulas.

Segundo Lehnen, o movimento maior das compras acontece em fevereiro, porém, além de já estarem fazendo pesquisas de preços, os consumidores já estão adquirindo alguns materiais. Também para facilitar a vida do cliente, Lehnen afirma que já dispõem de um orçamento pronto, principalmente das escolas que repassam as listas e contam com livros didáticos. “Estamos proporcionando a facilidade de fornecer o orçamento na hora, deixamos as listas prontas, com o orçamento inteiro, de tudo que precisa”, comentou o gerente, que também salienta que essa é uma forma de ajudar o consumidor a economizar.

Para o proprietário da Papelaria Rio Branco, Paulo Diehl, as pessoas já começaram a procurar para conseguir comprar os itens que acabam mais rapidamente e também porque não trabalham com muito estoque dessas mercadorias. “Trabalhamos com as listas também, as escolas particulares mandam e a gente percebe que o pessoal já está comprando, fazemos boas condições de pagamento também”, relatou Diehl, que ressalta a atitude das próprias livrarias, que procuram antecipar as compras com as fábricas para não precisar repassar tanto o reajuste dos preços para o consumidor. “Fizemos as compras dos materiais em junho, porque se deixasse para agora seria muito mais caro, então, quem ganha é o nosso consumidor, queremos garantir preço”, ressaltou o proprietário.

Em suas lojas, Gustavo também afirma ter mantido os preços da maioria dos artigos, apesar do reajuste ter sido em torno de 3% a 5% em alguns itens. “No geral não subiu muito, porém, muita coisa mantivemos o preço, porque o importante é não assustar o consumidor e proporcionarmos o mesmo preço”, complementou Lehnen.

Susto na hora de comprar

De acordo com Diehl, muitos pais e responsáveis por comprar o material escolar chegam apavorados na loja, pois acredita que há muita especulação de preços ao redor dessa compra, porém, afirma que não há motivo para alardes. “A maioria das pessoas quando terminamos de tirar a nota, ficam aliviadas, pois acham que o valor seria mais alto, mas não é bem assim. As listas que não tem livros saem bem mais baratas”, explicou o proprietário, que procura tranquilizar seus clientes em relação a isso, pois os livros, que encarem a lista de materiais, são da rede privada de ensino.

Segundo o proprietário, a papelaria está preparada para receber a todos e pede que não se apavorem em relação aos valores. “Não é tanto quanto parece, quem estuda nas escolas particulares já sabe que vai gastar com livros, mas os outros estudantes não, dá para fazer uma lista bem tranquila”, avaliou Diehl.

Na ABC, Lehnen afirma que a loja procura fazer promoções também em todos os itens, para que a compra seja acessível a todos os bolsos. “Procuramos fazer promoções de mix de produtos, em cada item lançamos uma promoção, para que fique algo dentro da realidade de cada um. Temos listas prontas e também podemos montar com o cliente a sua própria lista”, explicou o gerente.

O que é mais caro?

Fora os livros, que estão presentes na lista dos alunos da rede privada de ensino, o item mais caro de qualquer lista é a mochila. Segundo os proprietários, esse e o artigo que puxa o valor final para cima, porém, também afirmam dispor de diversos preços. “Temos mochilas a partir de R$ 39,90 e que cabem todo o material, então, estamos preparados para todos os valores”, relatou Lehnen.

Segundo Diehl o preço varia muito quando se trata deste item, especificamente, porém, também dispõem de diversos preços. “As mais baratas são as que mais saem, mas tem mochilas de até R$ 200, por exemplo. As vezes, com 100 reais compra todo o material, porém, chega na mochila e encarece a conta”, afirmou o proprietário, que também salienta o empenho das papelarias em estar com tudo preparado para quem deseja antecipar as compras. “Todas as papelarias fazem um grande esforço, para comprar as mercadorias antes do final do ano e chegarmos com o melhor preço possível para o consumidor”, concluiu.

 

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