Economia

Construção civil busca retomada de fôlego em Carazinho

Autor: Redação Diário da Manhã
Construção civil busca retomada de fôlego em Carazinho
Foto: Fabiana Duarte/DM

Novos empreendimentos deverão acontecer após período de retomada de confiança do mercado

Apesar de ser possível observar o crescimento vertical de Carazinho, com diferentes obras em andamento, o setor da construção civil segue em clima de retomada de fôlego e projeta 2018 como um momento de cautela, aguardando a reação do mercado para o lançamento de novos projetos. Na cidade, as obras em construção e as disponíveis para venda são resultado de muitos empreendimentos lançados até o final de 2015. Já os anos de 2016 e 2017 foram de recessão. “Ainda não chegou até nós a resposta do otimismo que observamos em outros setores. Devido ao alto valor de nossos produtos, a venda depende muito da maior confiança no mercado para que o cliente faça uma dívida em longo prazo, o que é diferente do comércio, por exemplo, que tem resposta mais rápida”, informa Cristian Kirinus, proprietário da Construtora Senger. “Nosso estoque ainda é alto e precisa ser comercializado antes de pensarmos em outros lançamentos”, destaca.

O esfriamento da área também é sentido pela mão-de-obra especializada. Para o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Carazinho, Olmir Oliveira, os trabalhadores não estão sendo direcionados a grandes empreendimentos. “A maioria das construções, hoje, são menores e particulares. Por enquanto, os grandes prédios não foram retomados. Creio que o volume de obras esteja num patamar médio na cidade, porém com boa expectativa ainda para este ano”, disse Oliveira.

Para o Sindicato das Indústrias da Construção Civil da Região - Sinduscon, a fase é de investir para o futuro. “Acreditamos que a pior fase já passou. Com as condições que estão mudando a economia do país, como a baixa dos juros, muitas pessoas que faziam aplicações financeiras devem passar a investir em imóveis, novamente, que são bens sólidos e não sujeitos a flutuações de mercado”, acredita o presidente do Sinduscon, Plínio Donassolo.

Por se tratar de mercadoria com longo prazo de maturação, onde da aquisição do terreno à busca de investidores e execução da obra pode levar até cinco anos, os novos projetos levarão algum tempo para serem retomados. “Possivelmente, 2018 já seja um ano melhor. Com a tendência da permanência dos juros baixos, o investidor deve voltar a aparecer. O mercado tem enorme demanda de imóveis e um local para morar é essencial para qualquer pessoa. Em breve, o cliente se sentirá mais confiante em realizar financiamentos para este investimento”, apontou Donassolo. “Investir em imóvel é moeda forte e garantida”, destacou. 

 

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